Descubra o que fazer no Chile e os melhores lugares para conhecer

O Chile é um dos principais destinos turísticos dos brasileiros, e não é à toa. O país oferece as mais diversas opções para todos os gostos e épocas do ano. Tem cidade, vinícolas, praia (gelada!), parques, neve e até deserto.

Chegar lá também é bem simples, com voos diretos partindo de diversas cidades brasileiras. Como em toda viagem, um pouco de planejamento vai dar mais segurança e garantir que o passeio saia do jeito que você sonhou. Assim, verifique quais são as atrações mais adequadas para a época do ano em que você vai viajar, quanto custam e, lógico, se elas vão estar funcionando nas datas que você planejou.

Agora, vamos ao que importa: o que fazer no Chile. Confira neste post algumas das principais atrações que você vai poder curtir no nosso vizinho andino!

Vinícolas

É simplesmente impossível sugerir um roteiro pelo Chile que não inclua um tour pelas vinícolas do país. Os passeios mostram todo o processo de fabricação dos vinhos e incluem degustação. Se você quer se manter perto da capital Santiago, as mais próximas da cidade são Cousiño Macul, Concha y Toro e Santa Carolina.

Para quem realmente gosta do tema e está disposto a viajar um pouco mais, as vinícolas do Valle de Casablanca e do Valle de Colchagua são uma ótima pedida. Várias empresas de turismo oferecem esses passeios.

Estações de esqui

O Chile oferece algumas das melhores estações de esqui para brasileiros que não querem ir até o hemisfério norte, seja para praticar esse esporte ou simplesmente brincar na neve. São quatro estações: El Colorado, Farellones, La Parva e Valle Nevado, que é a última, mais alta e ideal para quem quer esquiar mesmo.

Agora, se a ideia é apenas ver neve e brincar, pode parar em Farellones, que tem tobogã, tirolesa e tudo o que é necessário para uma boa diversão. Mais uma vez, é um passeio fácil de contratar com empresas de turismo, que oferecem também roupas e equipamentos, de acordo com o pacote que você escolher.

Centro de Santiago

Se você ainda não conhece a capital chilena, vale a pena dedicar alguns dias para apreciar suas muitas atrações. A Cordilheira dos Andes cerca a cidade e, nos dias mais limpos, é possível ver os picos nevados. Não deixe de ir aos mirantes para ter uma vista melhor, como o Cerro San Cristóbal e o Sky Costanera, que é o mais alto da cidade.

O centro histórico reúne boa parte dos museus, como o Precolombino, o Bellas Artes e o Museu Histórico Nacional. Nas redondezas, alguns pontos-chave são a Plaza de Armas, a Catedral Metropolitana e o Palácio de la Moneda.

Deserto do Atacama

Esse já é um programa que requer um pouco mais de tempo, dinheiro e planejamento. Para chegar até lá, é preciso pegar um voo de Santiago para Calama. Normalmente a passagem não é muito cara, entre R$ 130 e R$ 200. Dali você ainda vai precisar de um transfer para San Pedro de Atacama.

Para aproveitar bem o passeio, o ideal é reservar pelo menos 4 dias. Entre as principais atrações do lugar estão as Lagunas Altiplânicas, o Salar de Atacama e o Salar de Tara. Este último fica um pouco mais distante e a visita a ele pode ocupar um dia inteiro.

Por fim, você não pode sair do Atacama sem conhecer o Geyser El Tatio. Para isso, precisa sair de madrugada, uma vez que as atividades dos geysers ocorrem no nascer do sol. Vá preparado porque é realmente muito, muito frio mesmo.

Por fim, a melhor época para ir para o Chile vai ser aquela que combina melhor com o tipo de programa que você está querendo fazer. Santiago está na região central do país e tem as quatro estações bem definidas.

Para quem quer curtir os parques da cidade, a primavera e o verão certamente são melhores. O mesmo vale para as vinícolas, já que é no verão que os parreirais estão bem carregados de uvas.

Já o inverno é a época ideal para quem quer aproveitar a temporada de neve. No caso do deserto do Atacama, que tem o clima mais seco do mundo, as chuvas são raríssimas. No inverno, a temperatura costuma ser amena durante o dia e as noites são muito frias. Já no verão, os dias são bem quentes e as noites relativamente frias.

Agora você já conhece algumas das principais atrações e sabe o que fazer no Chile em qualquer época do ano. Não se esqueça de fazer um bom planejamento. Como sempre, viajar na baixa temporada é sempre uma boa forma de economizar, aproveitando preços mais atrativos.

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Guia completo sobre cashback e seu funcionamento

Se tem um setor que conseguiu nadar na contramão da crise econômica foi o e-commerce. Apenas no primeiro semestre de 2019, o segmento faturou R$ 26,4 bilhões, uma alta de 12% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a última edição do relatório Webshoppers. É claro que o avanço da tecnologia tem sido a grande mola propulsora desse crescimento.

Com isso, surgem diversos outros serviços em torno do comércio eletrônico, beneficiando tanto os varejistas quanto os clientes. É o caso do cashback, um sistema que nasceu nos Estados Unidos e vem se popularizando muito no Brasil. Com ele, os clientes conseguem receber de volta, em dinheiro, uma parte do valor gasto nas compras.

Quer saber melhor como funciona o cashback, quais as suas vantagens e como usá-lo? Confira a seguir no nosso artigo!

O que é e como funciona o cashback?

Como o nome sugere, a ideia do cashback surgiu nos Estados Unidos por volta da década de 1970. Em uma tradução literal, seria algo como “dinheiro de volta”, e vamos ver que é disso mesmo que se trata.

No Brasil, esse sistema começou a ser mais usado a partir do começo desta década e vem se popularizando. Basicamente, funciona assim: as empresas de cashback fazem parcerias com as lojas online e ajudam a captar clientes para elas. Em troca, essas lojas pagam uma comissão. Em vez de a empresa de cashback ficar com todo o dinheiro para si, ela divide uma parte com o cliente.

Assim, o cliente recebe de volta um percentual daquilo que foi gasto na compra, em dinheiro mesmo. Assim, todos saem ganhando: os lojistas têm um canal a mais de divulgação e captação de clientes, a empresa de cashback ganha a comissão por esse serviço e o cliente final também recebe uma parte do valor pago de volta.

Para o cliente, o sistema é, de certa forma, parecido com um programa de fidelização, mas com uma vantagem inegável: o benefício é pago em dinheiro. Assim, não é preciso escolher um produto ou serviço em um catálogo com coisas que você não quer. Basta solicitar o resgate e o dinheiro cai na sua conta corrente. A partir daí, você decide o que fazer com ele.

Para ter direito ao benefício, o cliente deve se cadastrar na empresa de cashback e comprar nas lojas parceiras da forma que a empresa indicar, seja instalando um plugin específico para isso, seja por um link pelo qual a loja consiga identificar que você veio pela empresa de cashback e, assim, pagar a empresa, que vai devolver o percentual acordado com você.

Vale destacar que o percentual que o cliente recebe de volta varia de loja para loja e, por vezes, até de produto para produto.

Por fim, algumas empresas não pagam o cliente em dinheiro, mas dão descontos ou créditos para compras futuras. Embora elas muitas vezes usem o nome cashback, a definição não se aplica completamente, justamente porque o pagamento não é feito em dinheiro.

Quais são os benefícios do cashback?

O principal benefício do cashback, como adiantamos acima, é que o consumidor recebe em dinheiro uma parte do valor do que foi gasto nas compras das lojas que têm parceria com a empresa de cashback. Isso proporciona muito mais liberdade para fazer o que quiser com esse benefício.

Nos programas tradicionais de fidelidade, o cliente acumula pontos, que podem ser trocados por produtos ou serviços dentro de um catálogo limitado que é oferecido pelo programa. Assim, muitas vezes, a pessoa acaba adquirindo algo que ela nem compraria normalmente apenas porque precisa queimar aqueles pontos antes que eles expirem. Ou, ainda pior, os pontos de fato expiram e você perde o benefício.

No cashback, não tem nada disso, já que dinheiro não expira. A cada compra, você recebe de volta um percentual do que foi gasto, de acordo com as condições especificadas. Assim, é só acumular um valor mínimo, que varia de acordo com a empresa de cashback, e solicitar o resgate, que é depositado diretamente na sua conta corrente, sem nenhum custo.

Como ganhar cashback?

Como você deve ter percebido no começo deste texto, o cashback é um negócio para a empresa que o oferece. Para as lojas, é uma vantagem porque é um canal a mais de divulgação e uma maneira de captar e fidelizar clientes.

Afinal, se o cliente sabe que naquele e-commerce vai receber um percentual do que foi gasto de volta, ele vai dar preferência àquela loja, em detrimento da outra que não oferece o benefício, não é mesmo?

Para receber o dinheiro de volta, em primeiro lugar você precisa se cadastrar na empresa de cashback, informando seus dados pessoais e bancários. Depois, é só comprar nas lojas parceiras e ir acumulando os valores recebidos.

Para isso, a loja precisa reconhecer que você está cadastrado na empresa de cashback. Existem duas formas para isso acontecer: uma é comprando pelo link da loja parceira que está no site da empresa de cashback.

De forma geral, é o mesmo sistema que os programas de afiliados usam, por exemplo. Ao comprar por aquele link, a loja sabe por onde você veio, faz sua identificação e, assim, consegue pagar a empresa de cashback, que repassa parte da comissão que ela recebe para você.

A segunda forma é baixando um plugin da empresa de cashback. Não precisa se preocupar porque esse é um procedimento muito rápido e totalmente seguro. O plugin vai identificar imediatamente quando você acessar uma loja parceira e já avisar qual é o percentual de cashback que aquele estabelecimento oferece.

A partir daí, é só fazer suas compras normalmente que o percentual combinado será creditado na sua conta na empresa de cashback.

Como resgatar o dinheiro de cashback?

Cada empresa de cashback tem um sistema e um valor mínimo para que o cliente possa solicitar o resgate, mas vamos imaginar que seja de R$40. Para ficar mais claro como funciona, vamos usar um exemplo fictício do consumidor João.

João fez uma compra de R$100 em uma loja com cashback de 6%. Logo, foram creditados na conta dele da empresa de cashback R$6. Depois, ele gastou R$150 em um estabelecimento que devolvia 5% do valor gasto. Assim, mais R$7,50 foram adicionados à conta dele. Já são R$ 13,50.

Por fim, ele resolveu comprar uma televisão de R$1.500 em um e-commerce com cashback de 2% e recebeu de volta R$30. Somando com os R$13,50 que ele já tinha, totaliza R$43,50, o que ultrapassa o valor mínimo estabelecido.

Assim, basta ele entrar no site ou no aplicativo da empresa de cashback e solicitar o resgate, que o dinheiro será creditado na conta bancária dele dentro do prazo informado pela empresa.

Aqui, é preciso estar atento a algumas questões. Em primeiro lugar, demora algum tempo entre fazer a compra e a loja confirmá-la para a empresa de cashback. É preciso verificar qual é esse prazo. Além disso, nas compras a prazo, a confirmação só ocorre após o pagamento da última parcela.

Por fim, na solicitação de resgate, observe qual o prazo para que o valor entre na conta corrente. Não se esqueça de que é preciso ter uma conta corrente cadastrada na empresa de cashback para que ela possa fazer a transferência. Caso não tenha feito isso no momento do cadastro geral, agora é a hora.

No site da empresa de cashback também é possível conferir seu saldo e extrato, suas compras e seus dados gerais, assim como fazer qualquer alteração que seja necessária.

Como ganhar ainda mais dinheiro com cashback?

Um dos motivos pelos quais o comércio eletrônico faz tanto sucesso é que ficou muito mais fácil pesquisar. Você pode saber tudo sobre cada produto e serviço, ver o que outros clientes acharam dele, obter detalhes do funcionamento e, por fim, pesquisar preço até achar as melhores condições.

É lógico que nem sempre devemos nos guiar apenas pelo mais barato. Temos que analisar a reputação da loja, saber se ela é confiável, se entrega corretamente, quanto é o frete e qual é o prazo de entrega. Dito isso, não há motivos para pagar mais caro se você pode economizar.

Assim, depois de comparar os valores, veja se alguma das lojas tem parceria com alguma empresa de cashback e coloque isso na sua conta. Dê preferência ao estabelecimento que oferece o cashback e, assim, acumule mais dinheiro!

Além disso, as empresas de cashback têm um catálogo grande de parceiros, não apenas as grandes lojas. Assim, navegando nesse catálogo, é possível encontrar ofertas em estabelecimentos que você não teria como conhecer se não fosse por esse canal. O fato de que ela pertence a um programa sério de cashback já é um bom indício de qualidade e um sinal de que a loja é confiável.

Por fim, confira se a empresa de cashback oferece vantagens adicionais, como um cartão de crédito próprio, com benefícios específicos. Não se esqueça de observar quais as condições desses benefícios, se existem custos e todos os cuidados que tomamos antes de fechar qualquer negócio.

Como funciona a Mooba?

A Mooba é uma empresa de cashback que oferece uma série de benefícios para os consumidores. São mais de 1.000 parceiros, incluindo grandes nomes do varejo, como Amazon, Etna, Telhanorte, Americanas, Natura, Aliexpress, entre muitas outras.

Além disso, a Mooba oferece um cartão de crédito exclusivo pelo qual você recebe de volta 1% em qualquer compra que fizer, independentemente do estabelecimento, e até mais 25% de cashback comprando com os parceiros. O cartão não tem anuidade, basta solicitar o seu, aguardar a análise de crédito, e a Mooba entrará em contato com você.

Vale ressaltar, no entanto, que o cartão de crédito é um benefício extra e não é obrigatório para quem quer se cadastrar na Mooba e começar a usufruir os benefícios. Basta fazer seu cadastro no site. Você pode fazer um login e senha ou usar os dados do Facebook para simplificar o cadastro.

Depois disso, é possível acessar as lojas parceiras pelos links disponibilizados no próprio site. Aproveite para navegar e conhecer todas as lojas e o cashback disponível em cada uma delas.

Outra opção, ainda mais fácil para você, é baixar o plugin economizador, disponível no site. Leva apenas alguns segundos e é uma opção totalmente segura. Com ele, você será avisado toda vez que acessar uma loja parceira da Mooba, informando também qual é o percentual de cashback que aquele estabelecimento oferece.

Assim, pode fazer suas compras por ali, porque o plugin serve justamente para identificar que você é um cliente cadastrado na Mooba, e assim seu reembolso fica garantido!

Após o pagamento, pode levar até 45 dias para a loja confirmar a compra com a Mooba, mas fique tranquilo que você pode acompanhar seu extrato diretamente pelo nosso site, sempre que desejar. Quando juntar R$30, pode solicitar o saque, que será depositado na conta corrente cadastrada, ou, se quiser, ainda pode destinar os recursos à caridade. Ainda dá para fazer o bem com o seu cashback!

Depois do pedido de resgate, é só aguardar e você pode continuar suas compras normalmente. Todas as transações ficam registradas na sua conta na Mooba e você pode consultá-las sempre que desejar. É tudo bem simples e prático!

Para finalizar, uma vantagem adicional: para cada amigo que você indicar e se cadastrar na Mooba, você ganha R$5! Pode indicar quantos amigos quiser. Além disso, quando os amigos que você indicou comprarem por meio da Mooba, você também ganha, pois recebe 5% do valor que eles tiverem de volta.

Aqui, apenas uma observação: o bônus de R$5 ficará disponível quando o indicado completar R$30 de saldo disponível. Confira em nosso site todas as condições do Indique Amigos.

Agora que você já sabe como funciona o cashback, está preparado para fazer suas compras contando com mais esse benefício importante. Não se esqueça de pesquisar quais estabelecimentos oferecem esse tipo de vantagem e leve isso em consideração na hora de decidir onde comprar.

Quer saber mais? Visite nosso site, conheça todas as lojas parceiras e veja qual é o cashback de cada uma delas!

Investimento para iniciantes: como substituir a poupança agora mesmo?

A poupança ainda é a rainha dos corações e mentes dos brasileiros. Segundo pesquisa da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), entre os brasileiros que têm algum tipo de investimento, 88% colocam seu dinheiro na poupança. O problema é que ela rende pouco e, por vezes, perde até da inflação.

Assim, na prática, você pode até mesmo acabar com menos do que aplicou. No entanto, o mercado financeiro oferece um vasto leque de aplicações e, mesmo para quem está iniciando nesse mundo, existem opções muito melhores do que a poupança.

Neste post vamos ver alternativas de investimento para iniciantes nesse universo e como ter acesso a eles de forma prática e rápida. Acompanhe!

Quais são os tipos de investimento indicados para iniciantes?

Quem está dando os primeiros passos em qualquer coisa que seja deve ser cauteloso, afinal, você ainda não tem pleno domínio do assunto e não conhece todos os riscos. Justamente por isso deve escolher aplicações de baixo risco, que são aquelas cujos rendimentos são conhecidos e cujas chances de você não receber o combinado são muito pequenas.

Vamos ver algumas opções com essas características.

CDBs

Os CDBs são títulos de renda fixa emitidos por bancos. Na prática, você está “emprestando” dinheiro para a instituição financeira e, em troca, ela paga uma taxa de juros a você. A lógica é a mesma de quando você solicita um empréstimo, só que, nesse caso, o credor é você.

Existem CDBs prefixados, ou seja, em que você sabe exatamente quanto vai receber já no ato da aplicação, e pós-fixados, em que os rendimentos estão ligados a algum índice de referência, que normalmente é o CDI. Trata-se da taxa de juros que os bancos praticam nos empréstimos entre si e que é muito próxima da Selic, a taxa básica de juros do país.

Uma das vantagens dos CDBs é que eles contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), um mecanismo que reembolsa o investidor em até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira em caso de quebra da instituição.

Tesouro Direto

Aqui, em vez de emprestar dinheiro para o banco, você vai financiar o governo federal comprando títulos públicos. Da mesma forma, vai receber uma remuneração por isso. Atualmente, o governo vende três tipos de títulos:

  • Tesouro Prefixado;
  • Tesouro Selic, que é um título pós-fixado atrelado à Selic;
  • Tesouro IPCA+, cujo rendimento é composto de uma taxa prefixada e outra que acompanha o desempenho do IPCA, o índice oficial de inflação do país.

Fundos de investimento DI

Os fundos de investimento DI são aqueles que aplicam pelo menos 95% do patrimônio em títulos públicos federais ou títulos privados de baixo risco. São uma boa opção de investimento de baixo risco, desde que se observe a taxa de administração praticada.

Evite taxas acima de 1% ao ano, pois elas corroem seu rendimento, fazendo com que o investimento deixe de fazer sentido.

Como aplicar nesse tipo de investimento?

Para ter acesso a uma prateleira diversificada de investimentos, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores. Existem várias no mercado e atualmente o processo é rápido e totalmente digital.

Os grandes bancos oferecem aos seus clientes CDBs e Fundos DI, mas nem sempre têm as melhores condições, de forma que é mais interessante procurar uma corretora digital. Os títulos do Tesouro Direto, por sua vez, são negociados apenas pelas corretoras.

Todas essas opções oferecem rentabilidade melhor do que a poupança e são ótimas opções de investimento para iniciantes. Agora, aproveite o dinheiro que você recebe de cashback para investir e multiplicar seu patrimônio!

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7 melhores cuidados com os cabelos para deixar os fios saudáveis

Os cuidados com os cabelos são essenciais para manter a saúde e a beleza. Para isso, é importante conhecer qual o seu tipo de fio, utilizar os produtos certos e tomar as medidas adequadas para proteger, nutrir e tratar as mechas. Com as atitudes certas, é possível alcançar melhores resultados e ter mais brilho e vitalidade.

Preparamos este conteúdo especial com informações sobre cuidados com os cabelos, e também mostrando como classificar os fios para escolher os produtos certos. Ficou interessado? Continue acompanhando e veja dicas valiosas sobre o tema!

Quais são os principais tipos de cabelo e como identificar a classificação dos seus fios?

A classificação de cabelos mais utilizada atualmente define uma numeração para para cada tipo de fio. O tipo 1 são os lisos, com oleosidade bem distribuída por todo o comprimento. O fio 1A é fino, 1B é intermediário e o 1C é mais grosso. 

A curvatura 2 são os ondulados, em que os fios têm formato de S. O 2A é mais fino, com a raiz lisa e oleosa, mas o comprimento com algum ressecamento. O 2B é um pouco mais grosso, com ondas bem definidas e mais suscetível ao frizz. O 2C tem ondas bastante evidentes e menores, que começam da raiz e vão até as pontas. Ele pode até ter mais volume.

A curvatura 3 são os cacheados, que apresentam fios mais ressecados, com a oleosidade natural da raiz não se distribuindo de forma igual pelo comprimento. O 3A tem raiz lisa, não é tão ressecado e forma cachos largos. O 3B é mais ressecado, com cachos menores e mais volume. O 3C é mais volumoso, com cachos pequenos e fechados.

Os cabelos da curvatura 4 são os crespos, que podem conter um pouco de cachos. O 4A é um fio de cachinhos pequenos, que não se desfazem nem ao serem molhados. O 4B possui cachos menores com formatura frisada, formando um Z. O 4C é um tipo de cabelo muito crespo, que não forma cacho e têm formato de zigue-zague. 

Quais são os principais cuidados com os cabelos para mantê-los saudáveis?

Há uma série de cuidados para manter os cabelos saudáveis e bonitos. Veja quais são eles a seguir!

1. Evite água quente

A água quente faz com que os fios inchem e as cutículas fiquem dilatadas, o que facilita a perda da hidratação. Isso torna o cabelo mais poroso e com um aspecto áspero. Com esse ressecamento, as mechas se embaraçam mais, além de ficarem sem brilho. A lavagem em altas temperaturas estimula o couro cabeludo a produzir óleo, o que deixa o cabelo mais oleoso e com aparência de sujo.

Para os tingidos, a água quente pode acelerar o desbotamento da cor. Isso acontece porque a alta temperatura estimula a abertura das cutículas dos fios, que são os locais onde a tinta é inserida.

2. Use os produtos certos

Conhecer o seu tipo de fio é muito importante para selecionar os produtos certos para utilizar no cuidado com suas mechas. Os cosméticos apropriados vão ter a quantidade de nutrientes ideal para o seu tipo de cabelo, fornecendo o que é necessário para um aspecto mais bonito e saudável.

Errar na escolha de cremes, condicionadores, xampus e outros itens pode enfraquecer os fios e dar uma aparência menos atraente para eles. Comprando os cosméticos certos, você ativa o potencial capilar e maximiza sua beleza.

3. Tenha cuidado ao usar chapinha e secador

A chapinha e o secador expõem o cabelo a temperaturas muito elevadas. Isso pode ser prejudicial. O excesso de calor danifica as cutículas, que são uma barreira de proteção para o córtex. Com isso, o fio fica quebradiço, frágil, com rachaduras, buracos e microporos, o que aumenta a chance de rompimento da estrutura.

Em casos de tingidos ou descoloridos, os danos são ainda maiores. As cutículas se abrem, aumentando a chance de quebra. Assim, para usar chapinha e secador, o ideal é ter moderação. O secador deve ficar a uma distância de aproximadamente 15 centímetros do cabelo, e é preciso evitar ao máximo aproximá-lo da raiz. Quanto à chapinha, tente não mantê-la por muito tempo na mecha.

4. Corte regularmente

Cortar regularmente os cabelos ajuda na eliminação das pontas duplas, que são muito prejudiciais, por embaraçarem com mais facilidade. Com isso, elas se enrolam nos fios saudáveis e provocam a quebra. Isso atrapalha o crescimento saudável da estrutura capilar. Com cortes a cada 90 dias, você elimina esse problema e garante um desenvolvimento melhor para suas mechas.

5. Faça hidratação

A hidratação fecha as cutículas, o que aumenta a proteção dos fios contra agentes externos. Isso ajuda o cabelo a crescer mais forte, a ganhar mais elasticidade e a cair com menor frequência. As mechas ficam com mais vitalidade e resistentes às agressões do vento, sol e calor, além do frizz diminuir. Isso acontece porque a hidratação recupera os nutrientes perdidos.

6. Use protetor térmico

O protetor térmico promove a hidratação do cabelo, além de formar uma barreira protetora para reduzir a perda de umidade com o calor. Com isso, ele ajuda a prevenir o frizz e a minimizar os danos causados por secador, chapinha e babyliss. 

Esse cosmético também estimula a suavização das cutículas capilares, o que as ajuda a se fecharem e torna os fios menos porosos. O produto ainda ajuda na maleabilidade do cabelo e deixa o fio com uma textura mais agradável.

Mas é importante você ter atenção: o protetor térmico tem benefícios, minimizando os danos do calor. Porém, ele não elimina totalmente os problemas causados pelas altas temperaturas. Assim, é indicado usar secadores e chapinhas com moderação, e sempre aplicando o produto.

7. Busque tratamento profissional

A orientação de um profissional pode ser de grande ajuda para oferecer bons cuidados para o cabelo. Salões especializados são os lugares certos para buscar apoio nesse tema. Uma pessoa habilitada vai saber identificar as necessidades e possibilidades dos seus fios com precisão e eficácia. 

Assim, é possível fazer tratamentos adequados, oferecendo os nutrientes necessários para a estrutura capilar. O resultado é mais saúde e beleza para você. Ir a um profissional especializado é um investimento na sua qualidade de vida e bem-estar. É uma excelente forma de conhecer novas possibilidades para as mechas.

Como escolher os melhores produtos para usar nos cabelos?

Para escolher os melhores produtos para usar nos fios, é fundamental identificar, primeiramente, qual é o seu tipo de cabelo. Uma boa alternativa é buscar o apoio de profissionais. Outra medida interessante é pesquisar bastante, pois o mercado da beleza tem muitas alternativas inovadoras que podem se encaixar bem em sua rotina.

Os cuidados com os cabelos são muito importantes para manter a vitalidade, a saúde e a beleza dos fios. Mechas bem tratadas ficam mais brilhantes e bem nutridas, o que beneficia o seu amor próprio e a qualidade de vida.

Para alcançar esses resultados, é fundamental utilizar os produtos corretos, moderar o uso de equipamentos de alta temperatura e buscar orientação profissional. Faça tratamentos continuamente e não se esqueça que cortar as pontas contribui muito para um desenvolvimento saudável dos fios.

E então? Gostou de aprender mais sobre os cuidados com os cabelos? Confira a nossa página de produtos de beleza e compre excelentes cosméticos com parte do seu dinheiro de volta!

Saiba tudo o que você deve observar ao comprar na Amazon!

A Amazon vem expandindo suas operações no Brasil e, só em 2019, incluiu 12 novas categorias no catálogo nacional. Itens como brinquedos e produtos para bebês, de beleza e de cuidados pessoais passaram a estar disponíveis para os consumidores domésticos.

A loja virtual é imensa e oferece um leque enorme de escolhas. Por isso, torna-se relevante estabelecer alguns critérios para selecionar o que vale a pena comprar por ali. Começando pelos livros, a gigante norte-americana costuma estar entre as que oferecem os preços mais competitivos, e isso também vale para outras categorias, como eletrônicos, cosméticos e utilidades domésticas.

Mas você sabe o que observar ao comprar na Amazon? Elaboramos este artigo para ajudar nessa missão. A seguir, veja ao que você deve ficar atento nesse e-commerce!

Faça seu cadastro

Se você ainda não tem uma conta na Amazon, o primeiro passo é fazer seu cadastro. No site inicial (www.amazon.com.br), clique em “Faça seu login” e depois escolha a opção “Cliente novo” para criar uma nova conta.

O cadastro inicial é bem simples e pede apenas nome, e-mail e senha. Um código é enviado para o seu e-mail, você o informa na página da Amazon e pronto. Mais tarde, quando fizer a primeira compra, você vai precisar completar suas informações com dados de endereço e de pagamento.

Saiba localizar os produtos

O mecanismo de busca da Amazon é bastante intuitivo. O campo de busca é grande e fica fixado na parte superior do site. Ele tem um sistema que oferece sugestões conforme você digita o que quer.

Depois de clicar na lupa, além de mostrar as opções que melhor correspondem ao que você digitou, a página exibe, no canto superior esquerdo, os diversos departamentos em que aparecem produtos relativos à sua busca. Essa é uma boa forma de refinar sua busca e evitar passar por uma série de itens que não têm nada a ver com que você está procurando.

Também é possível usar vários filtros para os resultados, como preço, avaliação dos clientes e produtos mais novos.

Fique atento às ofertas

Na página principal da Amazon, você vai encontrar uma chamada para as Ofertas do Dia. Vale a pena conferir essa seção, que sempre tem produtos com grandes descontos. Da mesma forma, é possível selecionar, no menu lateral esquerdo, os departamentos que mais interessam para você e ver as ofertas apenas daquela categoria.

Observe quem é o vendedor

Além de vender e distribuir produtos de sua própria loja, a Amazon é também um marketplace. Isso significa que outras lojas usam o site da empresa para vender seus produtos. Quando a mercadoria é da Amazon, vem escrito embaixo “Enviado e vendido por Amazon.com.br”.

Se não for esse o caso, a loja mostra a melhor opção de preço entre os vendedores que estão oferecendo aquele produto. Além disso, a própria Amazon oferece garantia quando você compra de outros vendedores no site dela, assegurando a condição do item e a entrega dentro do prazo estipulado.

Veja as avaliações do produto

Qualquer pessoa que faz uma compra pela Amazon pode voltar e fazer uma avaliação do produto, dando uma nota de 1 a 5 estrelas e deixando um comentário. Observar a nota e ler os comentários é uma ótima forma de evitar surpresas desagradáveis.

Isso é especialmente relevante quando você procura um produto que tem muitos modelos. Por exemplo, ao buscar o item “cafeteira elétrica”, aparecem 175 resultados. No entanto, se você filtrar apenas as que foram avaliadas com, pelo menos, 4 estrelas, esse número cai para 33. Fica mais fácil considerar a partir daí, não é mesmo?

Confira o valor do frete

Assim como nos demais e-commerces e marketplaces, o valor do frete varia de acordo com o produto e com o vendedor. Se houver mais de um vendedor, confira sempre o preço da mercadoria e some o valor do frete para ver qual compensa mais financeiramente.

Da mesma forma que ocorre com os produtos, os vendedores recebem avaliações dos consumidores. Assim, essa é uma variável que também deve pesar na sua decisão.

Verifique as formas de pagamento

No Brasil, a Amazon aceita diversas opções de pagamento. É possível fechar a compra com cartões de crédito das bandeiras Visa, MasterCard, Elo e Diners, com boleto bancário ou com cartões de débito do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander.

Quem escolher a opção de boleto bancário, vale lembrar que ele vence em um dia útil, e sua compra só será efetivada após a loja reconhecer o pagamento, o que pode levar alguns dias.

Guarde o comprovante

Após a compra, o comprovante do pedido será exibido na tela e enviado para o seu e-mail. É sempre bom guardar o comprovante, mas você também pode acompanhar o status do seu pedido pelo próprio site da Amazon.

Basta clicar em “Pedidos” e checar a informação. Ali também ficam armazenados todos os pedidos que você já fez na loja. O produto é enviado sempre com a nota fiscal, porém, se precisar, ela está sempre disponível no site, e você pode baixá-la novamente quando quiser.

Por fim, uma última informação muito importante. Você sabia que é possível receber de volta parte do valor gasto nas suas compras na loja? Esse benefício é conhecido como cashback. Para ter acesso a essa vantagem, basta acessar o site da Mooba e baixar uma extensão para o Chrome.

Leva poucos segundos e, em toda compra, você recebe de volta 6% do valor que gastou. Depois, é só pedir o resgate do que recebeu de volta que o dinheiro cai direto na sua conta. O valor mínimo para resgate é de R$30. Respeitando esse limite, você pode solicitar o saque sempre que quiser. Com isso, suas compras na Amazon ficam ainda mais vantajosas!

Agora você já sabe como comprar na Amazon tranquilamente, seguindo os passos que descrevemos, e também como obter ainda mais vantagens com o cashback da Mooba.

Então, aproveite que está por aqui e conheça a loja da Amazon na Mooba. Por esse endereço, você pode comprar, e o cashback está automaticamente valendo, sem necessidade de instalação do plugin. Boas compras!

Afinal, qual é a melhor época para ir a Nova York? Veja!

Nova York está entre os principais destinos dos viajantes e não é à toa, pois o que não faltam são atrativos na cidade para todos os gostos. Porém, com frequência, muita gente se pergunta qual é a melhor época para ir a Nova York.

O clima na cidade é classificado como continental úmido, o qual apresenta estações bem definidas e chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Isso quer dizer que, no inverno, faz frio de verdade e, no verão, as temperaturas são bem altas e os dias, longos. Assim, a época do ano vai determinar boa parte dos rumos da sua viagem.

Para ajudar você a se decidir, elaboramos este guia com os melhores programas para cada estação. Confira!

Primavera (21/03 a 20/06)

O começo da primavera ainda é bem frio — com temperaturas que oscilam entre 1º C e 10º C — e chuvoso. No entanto, o clima começa a esquentar a partir da segunda semana de abril, ficando, em média, entre 12º C e 18º C. Se você pretende ir à cidade nessa época do ano, prepare-se porque não faltam atrações.

Para começar, a cidade fica linda e colorida. Em abril, acontece o Cherry Blossom Festival, que é, literalmente, o festival do florescer das cerejeiras. Vale a pena também conhecer as praias do Brooklyn. A península de Coney Island é um dos destinos mais procurados, com destaque para o Luna Park, um dos parques de diversões mais antigos da cidade.

Para os fãs de esportes, é a temporada de baseball. Nova York tem duas equipes na MLB (Major League Baseball): o New York Yankees e o New York Mets. O valor dos ingressos varia bastante e pode chegar a alguns milhares de dólares, mas um preço entre US$35 e US$105 está dentro do razoável.

Verão (21/06 a 20/09)

O verão em Nova York é marcado por temperaturas altas, que podem chegar a 37º C, e sensação térmica mais alta ainda. Isso é ideal para programas ao ar livre, como visitar os rooftop bars — que são bares que ficam na cobertura de edifícios e oferecem uma vista privilegiada da cidade.

Outra dica é fazer um passeio de barco. Existem muitas opções disponíveis, inclusive gratuitas, como é o caso da Staten Island Ferry. Nos passes turísticos, é possível incluir os passeios de barco que você quiser, com preços em torno de US$30 a US$45.

Por fim, um passeio obrigatório para os meses de verão são os parques da cidade, como o obrigatório Central Park, o Brooklyn Bridge Park, o Brooklyn Heights e o High Line Park, entre vários outros.

Outono (21/09 a 21/12)

Essa é uma ótima época para visitar Nova York, pois oferece temperaturas mais amenas e pouca chuva. A cidade fica linda, e a dica dos parques também vale para esse período.

Um evento bastante concorrido nessa época do ano é a feirinha gastronômica Smorgasburg, realizada aos sábados em Williamsburg e aos domingos no Prospect Park. Com 100 barracas de comidas de todos os sabores possíveis e preços acessíveis, funciona até o fim de outubro. Quem quer fazer compras não pode deixar de aproveitar as liquidações da Black Friday, que é sempre realizada na sexta-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças — em 2019, ela ocorre em 29 de novembro.

Os esportes também estão em alta nessa fase, com as temporadas de futebol americano, basquete e hockey no gelo. Por fim, vale lembrar que o Halloween é em 31 de outubro, e Nova York tem a maior parada de Dia das Bruxas dos Estados Unidos, em Greenwich Village.

Inverno (22/12 a 20/03)

No inverno, faz frio de verdade em Nova York, especialmente em janeiro e fevereiro, mas a metrópole também conta com atrações para uma ótima viagem nessa época. É hora de patinar no gelo nas pistas icônicas do Rockefeller Center e do Central Park, e ainda aproveitar para ver o parque todo coberto de neve.

É também o período ideal para atividades indoor, como visitar os museus da cidade. Alguns imperdíveis são: o MoMa, o Museu de História Natural, o Metropolitan Museum e o Guggenheim. Outra dica ótima para essa época do ano é curtir os musicais da Broadway, vários deles em cartaz há décadas. Por fim, não deixe de apreciar a cidade enfeitada para o Natal.

Agora você já conhece as atrações mais indicadas para cada estação do ano e tem condições de decidir qual é a melhor época para ir a Nova York de acordo com seus gostos e preferências. Essa é uma decisão muito importante porque vai influenciar não apenas o que você vai levar na mala, mas também os tipos de programas que pretende fazer.

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Como escolher um notebook? Veja 6 dicas!

Comprar um computador novo não é exatamente uma tarefa fácil. Existem muitas opções no mercado, com os mais variados preços, características, marcas e indicações de uso. Então, como escolher um notebook que atenda às suas necessidades?

Existem, de fato, vários itens que você deve observar e avaliar pensando no uso que pretende dar ao aparelho. Se edita imagens e vídeos, por exemplo, precisa de determinadas configurações, mas se usa apenas internet e editores de texto e planilha, as exigências são menores. Caso você se desloque muito com o notebook, peso pode ser um fator determinante.

Pensando nisso, elaboramos este post com 6 dicas para você conseguir comprar o notebook mais adequado às suas necessidades. Confira!

1. Escolha o processador adequado

O processador pode ser considerado o “cérebro” do computador, ou seja, é ele que coordena todas as tarefas e está diretamente ligado ao desempenho da máquina. Atualmente, os processadores mais comuns são os da Intel.

Existem quatro famílias de processadores da marca: i3, i5, i7 e i9. O processador é um dos itens mais caros dos computadores, por isso vale a pena avaliar a sua real necessidade para tomar uma decisão.

Os Core i3 têm dois núcleos de processamento e dão conta do recado para atividades básicas, como navegar na internet e trabalhar com editores de texto. Se você não usa programas mais pesados, pode ser uma opção com bom custo-benefício.

Já os processadores Core i5 são uma categoria intermediária, com 4 núcleos. Nessa linha, a Intel oferece 17 tipos diferentes, de acordo com o uso a que se destinam.

Seguindo a relação, os processadores Core i7 são projetados para alto desempenho e têm boa performance com programas pesados, como o CAD e editores de vídeo. Existem versões com 4, 6, 8 e até 10 núcleos.

Por fim, o Core i9 foi lançado em 2017 com 18 núcleos e faz parte da linha Extreme da Intel. Não é comum encontrá-lo nos aparelhos voltados para uso doméstico e é recomendado para quem quer altíssimo desempenho e está disposto a pagar por isso.

Vale destacar que, mesmo dentro das famílias, a Intel promove melhorias. Em julho de 2019, estávamos na 8ª geração de processadores e, a cada geração, há ganhos em relação às anteriores.

2. Avalie o sistema operacional

O sistema operacional é o que permite que você use o computador e execute as funções que deseja. É ele que gerencia processadores, recursos, armazenamento e dados da máquina e que define a interface com o usuário, entre outras funções.

Ele já vem instalado no computador, e a maioria dos usuários o mantém como está. O Windows, da Microsoft, é o sistema operacional mais comum, e o Windows 10 é a versão mais recente, lançada em 2015.

Outra opção é o Linux. Embora seja menos popular, é bastante usado por programadores e especialistas porque ele tem código aberto, e isso permite maior personalização. Diferentemente do Windows, é um software livre e gratuito.

Por fim, os macbooks, os notebooks da Apple, rodam em seu próprio sistema operacional, o Mac OS. Os macbooks são os preferidos de designers e de quem trabalha com arte visual em geral por ter muitos recursos nessa área e uma capacidade alta de processamento.

3. Pense no tipo de tela de que você precisa

Aqui, vale considerar que, quanto maior a tela, maior o notebook de forma geral. Se você se desloca muito com o aparelho, uma tela grande significa carregar mais peso. Por outro lado, se passa o dia inteiro no notebook, pode ser mais interessante ter um monitor maior, que canse menos a vista.

Os tamanhos mais comuns são de 14” e 15,6”, mas existem também versões com 13”, que podem ser ideais para quem se desloca muito com o aparelho.

Além do tamanho, considere também resolução e fidelidade de cor, especialmente se você trabalha com imagens e vídeos. Como sempre, isso influencia também o preço do notebook. Os notebooks com definição HD dão conta do recado para ver filmes e séries em streaming e rodar jogos. Já os modelos Full HD são mais indicados para quem trabalha com edição de imagens ou para quem leva os games realmente a sério.

4. Considere a capacidade da memória RAM

RAM é uma sigla em inglês que significa Random Access Memory, ou Memória de Acesso Aleatório, em uma tradução literal. É ela que armazena os dados dos programas de execução enquanto o computador está ligado e, junto com o processador, é responsável pela velocidade da máquina.

Uma memória RAM muito pequena torna o notebook lento se você tentar executar várias tarefas ao mesmo tempo. Para evitar lentidão, travamentos ou a famosa tela azul, que aparece quando o computador desliga sozinho, o ideal é contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM.

Por sua vez, se vai usar o notebook com mais frequência, prefira um com 4 GB. Já se utiliza para jogos ou outros programas mais pesados, invista em uma máquina com 8 GB de memória RAM.

5. Avalie o armazenamento necessário

Mais uma vez, esse é um item que depende das características do usuário. Se você é do tipo que gosta de salvar fotos, vídeos e músicas no computador ou se instala programas pesados, então precisa de um notebook com bastante espaço de armazenamento, como uma máquina com 1 TB.

Além disso, existe uma outra escolha a ser feita: HD ou SSD. Enquanto os HDs são ideais para guardar arquivos, os SSDs fornecem alta velocidade e, claro, são mais caros.

6. Analise a placa de vídeo

A placa de vídeo é a responsável por mostrar as imagens na tela. Assim, se você usa o computador para jogos e programas pesados ou para editar vídeos, deve optar por um modelo mais potente e com mais recursos, como as placas NVidia GeForce ou AMD Radeon.

Por outro lado, se o uso do notebook não for intenso, pode escolher um modelo que tenha uma placa gráfica embutida, e isso vai ser suficiente para rodar, sem problemas, aplicações básicas e jogos menos exigentes.

Agora você já sabe como escolher um notebook e quais são os principais fatores que devem ser levados em consideração na hora de comprar um aparelho desses. Lembre-se de que não existe o melhor notebook, mas sim aquele que melhor vai se ajustar às suas necessidades. Além disso, nem sempre faz sentido pagar por itens dos quais você não vai usufruir.

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