Como escolher um notebook? Veja 6 dicas!

Comprar um computador novo não é exatamente uma tarefa fácil. Existem muitas opções no mercado, com os mais variados preços, características, marcas e indicações de uso. Então, como escolher um notebook que atenda às suas necessidades?

Existem, de fato, vários itens que você deve observar e avaliar pensando no uso que pretende dar ao aparelho. Se edita imagens e vídeos, por exemplo, precisa de determinadas configurações, mas se usa apenas internet e editores de texto e planilha, as exigências são menores. Caso você se desloque muito com o notebook, peso pode ser um fator determinante.

Pensando nisso, elaboramos este post com 6 dicas para você conseguir comprar o notebook mais adequado às suas necessidades. Confira!

1. Escolha o processador adequado

O processador pode ser considerado o “cérebro” do computador, ou seja, é ele que coordena todas as tarefas e está diretamente ligado ao desempenho da máquina. Atualmente, os processadores mais comuns são os da Intel.

Existem quatro famílias de processadores da marca: i3, i5, i7 e i9. O processador é um dos itens mais caros dos computadores, por isso vale a pena avaliar a sua real necessidade para tomar uma decisão.

Os Core i3 têm dois núcleos de processamento e dão conta do recado para atividades básicas, como navegar na internet e trabalhar com editores de texto. Se você não usa programas mais pesados, pode ser uma opção com bom custo-benefício.

Já os processadores Core i5 são uma categoria intermediária, com 4 núcleos. Nessa linha, a Intel oferece 17 tipos diferentes, de acordo com o uso a que se destinam.

Seguindo a relação, os processadores Core i7 são projetados para alto desempenho e têm boa performance com programas pesados, como o CAD e editores de vídeo. Existem versões com 4, 6, 8 e até 10 núcleos.

Por fim, o Core i9 foi lançado em 2017 com 18 núcleos e faz parte da linha Extreme da Intel. Não é comum encontrá-lo nos aparelhos voltados para uso doméstico e é recomendado para quem quer altíssimo desempenho e está disposto a pagar por isso.

Vale destacar que, mesmo dentro das famílias, a Intel promove melhorias. Em julho de 2019, estávamos na 8ª geração de processadores e, a cada geração, há ganhos em relação às anteriores.

2. Avalie o sistema operacional

O sistema operacional é o que permite que você use o computador e execute as funções que deseja. É ele que gerencia processadores, recursos, armazenamento e dados da máquina e que define a interface com o usuário, entre outras funções.

Ele já vem instalado no computador, e a maioria dos usuários o mantém como está. O Windows, da Microsoft, é o sistema operacional mais comum, e o Windows 10 é a versão mais recente, lançada em 2015.

Outra opção é o Linux. Embora seja menos popular, é bastante usado por programadores e especialistas porque ele tem código aberto, e isso permite maior personalização. Diferentemente do Windows, é um software livre e gratuito.

Por fim, os macbooks, os notebooks da Apple, rodam em seu próprio sistema operacional, o Mac OS. Os macbooks são os preferidos de designers e de quem trabalha com arte visual em geral por ter muitos recursos nessa área e uma capacidade alta de processamento.

3. Pense no tipo de tela de que você precisa

Aqui, vale considerar que, quanto maior a tela, maior o notebook de forma geral. Se você se desloca muito com o aparelho, uma tela grande significa carregar mais peso. Por outro lado, se passa o dia inteiro no notebook, pode ser mais interessante ter um monitor maior, que canse menos a vista.

Os tamanhos mais comuns são de 14” e 15,6”, mas existem também versões com 13”, que podem ser ideais para quem se desloca muito com o aparelho.

Além do tamanho, considere também resolução e fidelidade de cor, especialmente se você trabalha com imagens e vídeos. Como sempre, isso influencia também o preço do notebook. Os notebooks com definição HD dão conta do recado para ver filmes e séries em streaming e rodar jogos. Já os modelos Full HD são mais indicados para quem trabalha com edição de imagens ou para quem leva os games realmente a sério.

4. Considere a capacidade da memória RAM

RAM é uma sigla em inglês que significa Random Access Memory, ou Memória de Acesso Aleatório, em uma tradução literal. É ela que armazena os dados dos programas de execução enquanto o computador está ligado e, junto com o processador, é responsável pela velocidade da máquina.

Uma memória RAM muito pequena torna o notebook lento se você tentar executar várias tarefas ao mesmo tempo. Para evitar lentidão, travamentos ou a famosa tela azul, que aparece quando o computador desliga sozinho, o ideal é contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM.

Por sua vez, se vai usar o notebook com mais frequência, prefira um com 4 GB. Já se utiliza para jogos ou outros programas mais pesados, invista em uma máquina com 8 GB de memória RAM.

5. Avalie o armazenamento necessário

Mais uma vez, esse é um item que depende das características do usuário. Se você é do tipo que gosta de salvar fotos, vídeos e músicas no computador ou se instala programas pesados, então precisa de um notebook com bastante espaço de armazenamento, como uma máquina com 1 TB.

Além disso, existe uma outra escolha a ser feita: HD ou SSD. Enquanto os HDs são ideais para guardar arquivos, os SSDs fornecem alta velocidade e, claro, são mais caros.

6. Analise a placa de vídeo

A placa de vídeo é a responsável por mostrar as imagens na tela. Assim, se você usa o computador para jogos e programas pesados ou para editar vídeos, deve optar por um modelo mais potente e com mais recursos, como as placas NVidia GeForce ou AMD Radeon.

Por outro lado, se o uso do notebook não for intenso, pode escolher um modelo que tenha uma placa gráfica embutida, e isso vai ser suficiente para rodar, sem problemas, aplicações básicas e jogos menos exigentes.

Agora você já sabe como escolher um notebook e quais são os principais fatores que devem ser levados em consideração na hora de comprar um aparelho desses. Lembre-se de que não existe o melhor notebook, mas sim aquele que melhor vai se ajustar às suas necessidades. Além disso, nem sempre faz sentido pagar por itens dos quais você não vai usufruir.

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