Não há dúvidas de que o investimento deve fazer parte da educação financeira das pessoas. Especialmente daquelas que buscam mais conhecimento na área e por uma vida econômica mais satisfatória.

Nesse cenário, é muito normal a busca por opções mais rentáveis. Quem não deseja adquirir um carro novo, fazer uma viagem, comprar uma casa maior ou até para planejar a aposentadoria?

O fato é que muitas pessoas desconhecem o termo reserva financeira e sua influência nos investimentos. Bom… se você também tem dúvidas sobre o assunto, continue a leitura e aprenda os principais aspectos sobre o tema!

1.O que é reserva de emergência?

A reserva de emergência é aquele montante de dinheiro que precisamos ter à disposição em um momento especial, tal qual uma avaria no carro, perda do emprego ou uma reforma inesperada na casa, por exemplo.

Esse recurso é o que vai garantir que o indivíduo tenha segurança e tranquilidade para saldar seus débitos sem perder o padrão de vida em momentos de dificuldade.

2. Qual o tamanho da reserva de emergência?

A questão dependerá de pessoa para pessoa e do padrão de vida de cada uma delas. Em média, a conta básica são seis meses de despesas cobertas pelo montante.

Então, no caso do indivíduo ter despesas médias em torno de R$ 5 mil mensais, significa o total de R$ 30 mil na reserva de emergência. Entretanto, esse é apenas uma simulação, variando bastante em cada caso.

3.Como investir na reserva de emergência?

Um dos principais requisitos para assegurar a reserva de emergência é a liquidez, tendo em vista que, o dinheiro investido precisa ser acessado de modo rápido na hora da urgência.

Por isso, os títulos de renda fixa em que o investidor aplica seu dinheiro por um período longo ou fundos de investimento com menos liquidez não são as melhores escolhas nesse caso.

Outro tópico relevante é em relação à volatilidade da aplicação financeira. Por se tratar de um recurso para situações urgentes, podendo ser sacado a qualquer hora, o investidor necessita ter aplicações que não apresentem grande volatilidade. Desse modo, o investimento em ativos de renda variável fica descartado para esse objetivo.

4.Qual o melhor investimento para reserva de emergência?

Quando falamos em fundo de emergência, muitos pensam na tradicional poupança, não é mesmo? Contudo, há outras opções que podem ser mais interessantes para aplicar seu dinheiro.

Nos dias de hoje, é possível encontrar investimentos para a reserva de emergência com rendimentos mais atrativos e que são igualmente. Afinal, é mais interessante guardar dinheiro e ainda fazê-lo crescer!

Para ajudar você a escolher a aplicação mais adequada, listamos as melhores para iniciar a sua reserva de emergência. Confira!

  • Tesouro Celic — título público de renda fixa emitido pelo governo;
  • CDB com liquidez diária — emitido pelos bancos com taxas de rentabilidade próximas ou maiores que o CDL; 
  • LCI e LCA — títulos de renda fixa do setor privado. A taxa de rentabilidade é semelhante ao CDB, assim como, o princípio de funcionamento;
  • Fundos de renda fixa — carteiras que investem, no mínimo, 80% do patrimônio em títulos de renda fixa, tal qual o Tesouro Direto.

Gostou do conteúdo?Agora que você já sabe mais sobre reserva de emergência, não deixe de se planejar!